Operamos controladoria jurídica remota, construímos automação sob medida e treinamos equipes. Trabalhamos dentro do sistema que o escritório já paga — e que, na maioria das vezes, usa por um terço do que ele entrega.
A Darwin Labs nasceu de dentro de uma controladoria jurídica — não de fora dela. Quem projeta as automações é quem lê publicação de manhã, conta prazo e responde por agenda. Essa diferença aparece na primeira reunião.
Trabalhamos sobre o sistema que o escritório já usa — CPJ, ProJuris, Astrea — porque o problema quase nunca é a ferramenta. É a distância entre o que ela faz e o que a equipe realmente executa. Nós fechamos essa distância.
Operação automatizada, conferência humana e registro auditável de ponta a ponta. Quando o sócio perguntar como determinada publicação foi tratada, a resposta não depende da memória de ninguém: está no log.
Escritório nenhum contrata as três de uma vez. Entra pela que dói mais — e as outras duas passam a fazer sentido sozinhas.
Mapeamos a rotina, encontramos a tarefa que se repete e construímos o robô que a executa — integrado ao sistema que você já usa.
Time externo cuidando de publicação, prazo, cadastro e andamento — com conferência humana sobre tudo que o robô faz.
Do sócio que ainda desconfia da nuvem ao controller que quer extrair tudo do sistema. Turmas separadas por nível real de uso.
Um escritório de porte médio, com 600 processos ativos, costuma reconhecer estes três números quando alguém finalmente os calcula.
Duas horas por dia de alguém a R$ 120 a hora, vinte e dois dias por mês, numa tarefa que não exige formação jurídica — só constância.
É o que essas mesmas duas horas somam ao longo de doze meses. Um mês inteiro de um profissional qualificado, gasto em triagem e digitação.
Na maioria dos escritórios, o controle de prazos depende de uma única pessoa sem método escrito nem segunda conferência. Férias, doença ou demissão expõem a operação inteira.
Conta simples, com as premissas à vista: 2h/dia × R$ 120/hora × 22 dias úteis. Ajuste os valores para a realidade do seu escritório — a ordem de grandeza não muda, e é ela que importa.
Cada uma substitui uma tarefa que hoje consome uma pessoa qualificada — e nenhuma delas exige julgamento jurídico para ser executada. É exatamente por isso que não deveriam estar ocupando um advogado.
Captura o diário, separa o que é do escritório, classifica por tipo e lança no sistema.
Cruza publicação e regra de contagem, distribui por responsável e dispara alerta diário.
Confronta agenda, publicação e sistema. Aponta divergência antes que ela vire perda.
Lê os autos de um processo novo, extrai partes, valores e pedidos, e abre a pasta preenchida.
Consulta a carteira todo dia e atualiza o sistema sem ninguém abrir tribunal por tribunal.
Transforma armário de papel em base pesquisável, com OCR e indexação por processo.
Consolida a pauta, confirma com o responsável e monta o kit de preparação.
Emite, controla vencimento e confere pagamento. Avisa quando algo ficou para trás.
Gera e envia o status mensal da carteira, no formato que aquele cliente pediu.
O cliente pergunta pelo processo dele e recebe a resposta sem ocupar ninguém da equipe.
O selo AI First é o padrão ouro que atestamos no escritório cliente quando a operação alcança um nível verificável de controle: tarefa mecânica automatizada, conferência humana documentada e rastro auditável do primeiro ao último passo.
Não é adesivo de marketing — é a diferença entre um escritório que acredita que está em dia e um que demonstra que está. Para o sócio que cobra, para o cliente corporativo que audita seus fornecedores, e para o dia em que alguém precisar reconstruir exatamente o que foi feito com uma publicação.
Nenhum escritório recebe o selo por contratar a Darwin Labs. Recebe por atingir o padrão — e nós construímos a operação que chega lá.
Duas trajetórias na advocacia — uma dentro da operação diária, outra na gestão de empresas e conselhos.
Advogada com atuação em contencioso e operação de controladoria jurídica — e responsável pela concepção e desenvolvimento das automações da Darwin Labs. Lê publicação, conta prazo, responde por agenda e escreve o código que resolve cada um desses problemas.
É essa combinação que define a empresa: quem projeta o robô é quem sabe exatamente o que acontece quando ele falha.
Advogado desde 2009, com atuação em direito tributário e insolvência. Acumula experiência executiva como CEO, VP e CFO, além de assentos em Conselho Fiscal e de Administração.
É quem lê o escritório como negócio, e não apenas como operação jurídica: traduz o impacto de cada automação na linguagem que decide contrato — custo, risco, previsibilidade e governança.
Entramos na sua rotina, medimos onde o tempo vaza e devolvemos o raio-X da operação — com os números do seu escritório, não com média de mercado.
Quanto a operação manual consome por mês, em horas e em reais, com as premissas à vista.
Onde a rotina depende de uma única pessoa e quais etapas críticas seguem sem segunda conferência.
Em quais dos seis critérios da certificação o seu escritório já está e em quais ainda não.
O diagnóstico é gratuito e o retrato é seu, para usar como quiser. O desenho da solução — o que automatizar, em que ordem e de que forma — é a etapa seguinte, e essa a gente constrói junto.